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A incidência desta doença em Portugal configura um verdadeiro problema de saúde pública, apresentando o nosso país a mais elevada taxa de novos casos por ano de toda a Europa, com 234 novos casos por milhão de habitantes, segundo dados de 2014 do Gabinete de Registo da Sociedade Portuguesa de Nefrologia. Segundo a mesma fonte, no ano transato 18 703 portugueses encontravam-se dependente de Técnicas Substitutivas da Função Renal, 11 350 dos quais em hemodiálise, 735 em diálise peritoneal e 6 618 transplantados. Atendendo ao enorme impacto quer pessoal, quer económico quer social desta doença e do(s) seu(s) tratamento(s), urge agir no sentido de diminuir estes números. O Setor "Convencionado" da Hemodiálise representa, em Portugal conto noutros países europeus, uma importante fatia do conjunto de agentes que intervêm no tratamento da doença renal crónica. Em Portugal, mais de 80% das terapias substitutivas da função renal, e com mais relevo a hemodiálise realizada em clínica, são asseguradas por prestadores desse setor. Na perspetiva da Diaverum — uma multinacional de origem Sueca, presente em Portugal, onde disponibiliza cuidados renais a cerca de 2900 doentes nas suas 25 clinicas, fazendo parte da rede de prestadores convencionados do Ministério da Saúde "é inerente a essa realidade uma responsabilidade social, como empresa privada, nomeadamente no que diz respeito à sustentabilidade do Sistema Nacional de Saúde, do qual a Diaverum se vê como parceira".


Uma importante componente dessa responsabilidade social deve materializar-se na prevenção da doença renal crónica. No caso desta doença, a prevenção assume dois momentos cruciais: A prevenção primária: que tem lugar antes de se ter instalado a doença renal atuando, nomeadamente, sobre os dois fatores de risco que mais conduzem à mesma — a hipertensão arterial e a diabetes — (responsáveis por mais de metade dos casos de DRC).

A prevenção secundária: que diz respeito à identificação precoce da doença renal crónica (ainda nas suas fases iniciais) podendo conduzir ao abrandamento da sua progressão, bem como a uma melhor preparação do doente e da sua família, para o tratamento e para a escolha da tem modalidade do mesmo.

Segundo César Silva (Diretor Geral da Diaverum Portugal) "cumpre não só ao Estado — abraços que está com o ónus do tratamento da doença renal crónica — mas também aos prestadores convencionados, ao poder local e ao setor social, coordenarem-se no sentido de complementar a atividade do Estado na área da prevenção". Desta feita, a Diaverum tem pautado a sua intervenção pela ação preventiva sendo exemplos da mesma: Os rastreios gratuitos da função renal realizados a nível local — quer em ações de rua quer marcando momentos de maior visibilidade, como o sejam o Dia Mundial do Rim.

A abertura de uma consulta gratuita de Rastreio da Função Renal — a funcionar com regularidade trimestral em vários Centros Renais da Diaverum e aberta à população em geral.

O conjunto de protocolos firmados com Associações de Doentes Renais no sentido de levar o know-how de médicos nefrologistas e de nutricionistas da Diaverum a ações de formação da população em geral sobre hábitos de vida saudáveis e que previnam a diabetes e a hipertensão arterial, protegendo os rins.

Os protocolos firmados com Autarquias e com Agrupamentos Municipais de Escolas que tem permitido levar estas campanhas à população em idade escolar.

Publicado: portaldadialise | 2015-07-28 14:48 Última atualização: 2016-12-28 10:18:02 Fonte: A Revista Pontos de Vista Tags : Prevenção
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Portal da Diálise

"Privilegia informação clara sobre a doença renal, assentando numa base de conhecimentos científicos actualizados"

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