Transplante

Devido ao crescimento mundial e progressivo da Doença Renal Crónica (DRC), as suas formas de tratamento têm sido exaustivamente estudadas e aperfeiçoadas e o transplante renal é um tratamento de escolha para as pessoas com Doença Renal Crónica Terminal (DRCT). No entanto, para muitos autores, este tratamento é visto mesmo como uma necessidade para a maioria dessas pessoas, uma vez que melhora o funcionamento fisiológico do corpo humano por normalizar a função renal.

Ao contrário da hemodiálise e da diálise peritoneal, que exigem procedimentos constantes e que interferem com o quotidiano, implicando horas semanais exclusivas para o tratamento, o transplante renal pode proporcionar uma melhor qualidade de vida para a pessoa e para a família/pessoas de referência. Em virtude da rigidez do tratamento hemodialítico, a realização do transplante renal representa, muitas vezes, a esperança de uma vida com mais liberdade e qualidade. Todavia, está sujeito a ser encarado, de forma errada, como a cura definitiva da doença renal. Neste caso, a pessoa poderá negligenciar cuidados que são essenciais para os bons resultados do transplante, o que pode levar ao comprometimento do rim. As pessoas esquecem-se que continuam a ser portadoras de uma doença crónica, cujo transplante é uma das modalidades terapêuticas e, portanto, exige cuidado e atenção.

 

O QUE MUDA?

 

Após a realização do transplante, a pessoa vai ser sujeita a acontecimentos positivos e negativos, com expectativas, sentimentos ambíguos, incertezas e até mesmo frustrações, principalmente nos casos da perda do rim transplantado. Há estudos que indicam que os sintomas depressivos são frequentes. 

 

Os precalços devem ser tidos em conta, nomeadamente:

Rejeição

O corpo humano defende-se das agressões estranhas (infecções, corpos estranhos), criando anticorpos. A título de exemplo, quando se tem uma gripe, o organismo fabrica anticorpos destinados a destruir o micróbio. Deste modo, também são fabricados anticorpos contra o rim transplantado, uma vez que o corpo humano encara-o como um corpo estranho e isto pode conduzir a uma rejeição. Se tal acontecer, o transplante fica inviabilizado

Para evitar a rejeição é necessário usar a medicação imunossupressora para sempre.  É que estes fármacos ajudarão a “confundir” o sistema imunológico para que este não rejeite o órgão transplantado. Nos primeiros dias após o transplante as doses são maiores, depois vão sendo diminuídas pouco a pouco. Mesmo tomando esta medicação é possível ocorrer uma rejeição aguda. No entanto, tal não significa que a pessoa vai perder o rim, uma vez que existem tratamentos anti-rejeição. A vigilância e as consultas regulares também são imperiosas, sendo o primeiro ano o mais fulcral, de forma a detetar-se precocemente a rejeição e salvar-se o novo rim.

 

Infecções

Após um transplante, as pessoas ficam mais susceptíveis de contrair infecções, de estas serem mais graves e terem sintomas e sinais diferentes da população geral.  A utilização dos fármacos imunossupressores também torna a pessoa transplantada mais susceptível ao aparecimento de infecções. 

Sempre que a pessoa transplantada apresente um quadro de febre, deve de imediato procurar cuidados de saúde.Estes quadros infecciosos podem ser de origem bacteriana, viral ou fúngica (micoses). 

 

De forma a prevenir as infecções utilizam-se antibióticos de amplo espectro (por via endovenosa ou oral), imediatamente antes da cirurgia e pelo tempo que for necessário após a cirurgia. As pessoas também devem:

  • Usar máscaras de protecção durante o primeiro mês e sempre que for a uma instituição de saúde (hospital, centro de saúde, etc.).

  • Evitar ao máximo o contacto próximo com familiares e amigos.

  • Manterem-se afastadas de pessoas portadoras de doenças contagiosas (sarampo, varicela, tuberculose, etc.).

  • Não se aproximar de animais durante o primeiro mês. 

  • Conservar a casa sempre limpa e arejada, especialmente as casas de banho; 

  • Lavar as mãos com água e sabão antes e depois de usar a casa de banho, comer/preparar alimentos ou chegar a casa.

  • Seguir estritamente a dieta indicada pela equipa de saúde e não consumir alimentos preparados em lugares desconhecidos.

 

Complicações cirúrgicas

Todas as pessoas após um transplante estão sujeitas a complicações que podem levar ao reinternamento. As principais são de ordem vascular (trombose da artéria renal ou da veia renal, acumulação de linfa próxima ao órgão transplantado) e urológica (fístula urinária, obstrução urinária, hematoma renal, ruptura renal, ruptura de anastomose arterial).  

 

Após a cirurgia é imperioso estar atento a qualquer sinal ou sintoma que seja sinónimo de rejeição do novo órgão, nomeadamente: 

  • Dor ou inchaço no local da cirurgia

  • Temperatura acima de 37,5˚

  • Diminuição do débito urinário

  • Aumento de peso em pouco tempo

  • Inchaço (edema) das pálpebras, mãos e/ou pés

  • Dor ao urinar

  • Urina com sangue e/ou com cheiro anormal

  • Aumento da pressão sanguínea com a diastólica (mínima) maior que 100 mmHg

  • Tosse ou falta de ar

  • Perda da sensação de bem-estar

 

Qualquer um destes sinais ou sintomas deve ser valorizado e comunicado imediatamente à equipa de saúde pois será ela que irá avaliar o que se está a passar com a saúde da pessoa transplantada. Ressalta-se que pode ocorrer hipertensão arterial e/ou dislipidémia após o transplante renal, sendo algo “normal”.

 

Desta forma, é fulcral que a pessoa:

  • Controle periodicamente a tensão arterial e os valores do colesterol total, LDL, HDL e triglicéridos , para prevenir as doenças cardíacas e vasculares;

  • Se pese diariamente e anote o valor, bem como fazer um diário dos líquidos ingeridos e da quantidade de urina, de forma a dar conhecimento à equipa clínica da progressão do estado de saúde;

  • Nunca se automedique.

 

Tumores

O risco de aparecer um tumor, principalmente da pele, aumenta após o transplante. Assim, sempre que exista o aparecimento de gânglios ou alterações na pele, deve-se entrar em contacto com a equipa de saúde.

Deve evitar-se:

  • A exposição solar e, se ocorrer, aplicar protectores solares;

  • Os hábitos tabágicos/ambientes com fumo.

 

Obesidade 

Após o transplante renal o apetite aumenta pois a pessoa sente-se mais descontraída na sua dieta: deixou de ter de estar preocupada com equilíbrio do potássio, fósforo, proteínas etc. Estes factos conduzem ao aumento de peso e obesidade. È importante que a pessoa interiorize hábitos de vida saudáveis até porque estes deveriam ser transversais a toda a população: saudável ou não.

O transplante renal requer um cuidado contínuo, por parte da pessoa e uma vigilância da equipa de saúde eficaz, para que o tratamento tenha resultados satisfatórios e o novo rim tenha uma sobrevida o mais longa possível.

 

Desta forma, a pessoa que recebe o rim deverá seguir uma série de orientações, para além das supramencionadas:

Medicação

Tal como as pessoas que estão em programa regular de diálise, as pessoas transplantadas não deixam de ter de tomar vários fármacos, necessários à conservação do novo rim, nomeadamente:

  • Imunossupressores;

  • Medicação para controlar a tensão arterial;

  • Medicamentos para o colesterol;

  • Protectores gástricos;

  • Antibióticos.  

 

A forma de prevenir a rejeição é nunca se esquecer de tomar os medicamentos imunossupressores. Deve ter-se em atenção que a medicação prescrita deve ser sempre tomada à mesma hora e seguir-se as doses prescritas. Ficam algumas dicas:

  • Se eventualmente a  pessoa se esquece de tomar medicação à hora habitual e ainda faltarem cerca de 4 horas para a toma seguinte, deverá efectuá-la.

  • Os vómitos e diarreia podem alterar a absorção dos medicamentos, principalmente se ocorrerem próximos da toma da medicação: se ocorrerem, deve-se consultar a equipa de saúde.       

  • O uso de alarmes/lembretes no telemóvel ou outro dispositivo é indicado, de forma a evitar saltar tomas da medicação.

  • Não deixar até ao último dia de término de uma embalagem, para ir comprar a seguinte: pode estar esgotado ou temporariamente inacessível e a pessoa vais er obrigada a procurar noutros locais ou ficar sem tomar durante o tempo que a medicação não estiver disponível.

  • Qualquer reacção a uma medicação deve ser comunicada à equipa de saúde e ao Infarmed®.

  • O organismo de cada pessoa reage de forma própria e diferente aos medicamentos, pelo que os efeitos secundários podem ou não aparecer.

  • Nunca deve existir auto-medicação. 

  • Os fármacos devem ser guardados devidamente identificados, dentro das caixas de origem e com o folheto, num local limpo e seco, protegidos da luz, do calor e da humidade.

  • Se e pessoa viajar deve levar os medicamentos consigo.

 

Identificação

Deve ser-se portador sempre do cartão fornecido pelo hospital indicando:

  • A condição de transplantado; a medicação que se está a tomar; os nomes e telefones da equipa de saúde por quem a pessoa está a ser seguida, de modo a se poder contactá-la a qualquer momento, numa emergência ou urgência.

 

O boletim de vacinas deve estar sempre actualizado mas, antes de ser administrada qualquer vacina, deve consultar – se a equipa de saúde.

 

Saúde Oral e Higiene

A saúde oral e os cuidados de higiene são imprescindíveis para prevenir as infecções. 

  • O ideal era que, antes de a pessoa ser transplantada, fosse consultada por um dentista, de modo a realizar-se um check up e a proceder-se aos tratamentos necessários inerentes.

  • Se após o transplante, é necessário realizar um tratamento dentário, com risco de infecção, deve avisar-se a equipa de saúde, uma vez que, provavelmente, será administrado um antibiótico por determinado período. Já o recurso a anti-inflamatórios deve ser evitado.

  • Deve-se escovar os dentes após as refeições principais ir e visitar o dentista regularmente para prevenir as infecções e as cáries dentárias.

  • O uso de fio dentário é imprescindível.

  • É aconselhado que a pessoa prefira duches rápidos a banhos de imersão/banheira.

  • Uma higiene genital após as idas à casa de banho é muito importante.

  • Usar roupas de algodão e descartar  cosméticos com muitos ingredientes evita reacções alérgicas.

 

Cuidados ao olhos

As pessoas que foram sujeitas a um transplante apresentam um risco maior em desenvolver problemas oculares, devido à medicação.

  • Os problemas mais comuns são as cataratas e o glaucoma.

  • Sintomas como dor nos olhos, alteração na visão, sensibilidade exagerada à luz, manchas no campo de visão e olhos secos devem ser comunicados de imediato à equipa de saúde.

 

Avaliar os sinais vitais

  • Deverá avaliar-se a temperatura conforme a indicação da equipa de saúde. Este é um sinal que pode revelar infecção ou possível rejeição. Se a febre persistir mais do que um dia deve contactar-se a equipa de saúde;

  • Deverá aprender-se a avaliar a tensão arterial e o pulso: este é um ensino que a equipa de saúde não pode descurar. E deve sempre registar-se. Qualquer alteração significativa tem de ser verificada pela equipa de saúde.

 

Alterações  na urina e peso

  • A quantidade de urina produzida após o transplante é variável, dependendo da quantidade de líquidos ingeridos. Se a cor da mesma se modificar ou diminuir drasticamente e/ou a quantidade de urina diária diminua bastante, deve contactar-se a equipa de saúde.

  • Um  aumento de peso (superior a meio quilo por semana) ou aparecimento de edemas (inchaço) deve ser motivo de alerta também.

 

Exercício físico e posicionamentos

A prática regular de exercício físico é importante para controlar o peso, prevenir uma série de doenças e proporcionar um bem-estar físico e emocional que quem só pratica, entende. No entanto, apesar de estar recomendado para as pessoas que foram alvo de um transplante, deve ser orientado por profissionais competentes e respeitar alguns ítens:

  • A cicatrização total da ferida cirúrgica ocorre entre a 6ª e a 8ª semana pós-cirurgia. Durante este período não convém levantar objectos muito pesados; empurrar ou puxar objetos grandes ou de muito peso nem realizar actividades que produzam ou aumentem a dor no local da cirurgia.

  • Depois deste período, os exercícios físicos podem aumentar de intensidade.

  • Desportos de contacto, que possam provocar choque na região abdominal (como o futebol, andebol, jiu-jitsu, karaté, basquetebol, etc) devem ser evitados.

  • Exercícios físicos durante episódios de rejeição são contra-indicados.

  • Caminhadas, andar de bicicleta e nadar em piscinas limpas são excelentes exercícios, após a cicatrização.

  • A pessoa não se deve deitar para o lado do rim transplantado.

  • Deitar-se ou levantar-se bruscamente é contra-indicado.

  • Deve parar-se qualquer actividade física se surgir cansaço ou falta de ar.

 

Actividade sexual e fertilidade

A sexualidade não pode ser tabu nem alvo de preconceitos em qualquer situação de saúde/doença. Neste sentido, a pessoa transplantada pode e deve preocupar-se com esta parte da sua vida, até porque, com a melhoria da qualidade de vida, a pessoa fica mais predisposta para esta temática e o desejo sexual renasce. Ficam alguns conselhos:

  • Após 6 a 8 semanas do transplante, é permitido o retorno à actividade sexual.

  • O aconselhamento sobre o método anticoncepcional a usar é imprescindível.

  • A pílula pode elevar a tensão arterial portanto o seu uso, deve ser ponderado e avaliado individualmente.

  • As mulheres transplantadas não devem usar aparelhos intra-uterinos (DIU), uma vez que ficam mais sujeitas a contrair infeções  

  • Como após o transplante há um risco acrescido de se contrair infecções, as relações sexuais exigem um cuidado redobrado, devendo usar-se sempre o preservativo.

  • Urinar sempre antes e após o acto sexual é importante para evitar infecções.

  • Após o transplante há, normalmente, a recuperação da fertilidade. No entanto, uma gravidez não é aconselhada no primeiro ano de transplante.

 

Alimentação

Após o transplante renal, várias restrições alimentares, nomeadamente de potássio e fósforo, características do período de diálise, deixam de ser necessárias, pelo menos para a maioria das pessoas.

No entanto, e como já foi verificado, verifica-se um aumento de apetite por parte das pessoas transplantadas. Isto ocorre não só devido aos efeitos de alguma medicação imunossupressora , como devido a uma nova sensação de liberdade e bem-estar.  É, deste modo, indispensável controlar esse apetite desde o principio, uma vez que os excessos alimentares após o transplante renal contribuem para o aumento de peso. Espera-se então que a pessoa:

  • Siga uma dieta adequada e individualizada.

  • Organize as suas refeições de forma equilibrada, dando preferência à alimentação vegetariana e rica em fibras.

  • Controle a ingestão de açúcar, pois o uso de imunossupressores tem a tendência de elevar a glicose na corrente sanguínea.

  • Não restrinja líquidos (de preferência água) se não houver contra-indicação. A ingesta hídrica deve rondar s 2 a 3litros diários.

  • Acrescente pouco sal aos alimentos e opte por outro tipo de condimentos, como os orégãos, tomilho, pimenta, limão e vinagre.

  • Evite comida processada, uma vez que tem muito sal.

  • Seleccione gorduras saudáveis, já que também existe uma tendência para o aumento do colesterol e dos triglicerideos no sangue.

  • Diminua o consumo das carnes vermelhas e escolha carnes brancas e peixe.

  • Ingira verduras e hortaliças, pois contêm vitaminas, minerais e um alto teor em fibras.

  • Lave bem os alimentos antes de cozinhá-los, podendo usar o vinagre misturado com água, deixando repousar por 10 minutos as verduras e alguma fruta.

  • Cozinhe bem os legumes durante os 3 primeiros meses pós-transplante.

  • Não coma fruta que não possa ser descascada (uvas, cerejas, frutos silvestres, morangos) nos primeiros 3 meses pós-cirurgia.

  • A toranja interfere com alguma medicação.

  • Evite este tipo de alimentos fora de casa, pois desconhece como foram lavados e podem transmitir alguma contaminação.

  • Não coma alimentos crus (carne, peixe, sushi, charcutaria, marisco, ovos). 

  • Se lhe apetecer molhos, só deve consumir os industrializados/embalados.

  • Opte por cereais (integrais de preferência) como a aveia, o arroz e o trigo.

  • Diminua o consumo de proteínas, uma vez que alguns medicamentos levam a uma maior acumulação de resíduos na corrente sanguínea.

  • Cozinhe a comida pouco antes de a consumir e evitar de todo reaquecer os alimentos.

  • Acondicione os alimentos em recipientes próprios e guarde as suas refeições no frigorífico apenas por um período de 24 horas

  • Após abrir uma bebida/enlatado, estes apenas se conservam bem 4 horas após terem sido abertos ou 24h no frigorífico. 

  • O frigorífico deve ser limpo e desinfectado pelo menos uma vez por mês.

  • Ao frequentar restaurantes não se esqueça de verificar a proveniência dos alimentos e certificar-se que são frescos e de boa qualidade.

 

Acompanhamento psicológico 

Todas as pessoas com uma doença crónica sentem receios e dúvidas face ao presente e futuro. A depressão é um risco, apesar dos sentimentos de medo, impotência e desconhecimento serem normais e fazerem parte do processo de aceitação da doença e do tratamento. Assim:

  • Conhecer a doença, aceitá-la e aprender a lidar com ela facilitará o tratamento e a vida futura.

  • Os exercícios de relaxamento podem ajudar a diminuir o stresse, a ansiedade e os medos.

  • A prática regular de exercício físico mantém a mente ocupada e melhora o condicionamento e o aspecto físico e, consequentemente, a auto-estima.

  • Ter uma atitude positiva é um trunfo muito importante e determinante para a boa evolução do tratamento.

  • Conversar com familiares, amigos e trocar experiências com outras pessoas sob a mesma condição pode ser muito benéfico. 

  • Recorrer a um profissional especializado deve ser encarado como algo necessário e não como um capricho.

 

De forma conclusiva, o que se deve reter é que o transplante não é uma cura mas antes, um tratamento. Não é uma meta, faz parte do percurso.  Um novo rim pode não ser algo definitivo mas, enquanto prevalecer, deve ser estimado, conservado. Prevenir é e sempre será o maior cuidado de todos.  Desta forma, deve-se agir sempre com cautela e rigor para que o retrocesso para um programa de diálise esteja fora do horizonte.

 

Referências Bibliográficas:

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[7]. SILVA, V.; CAVALCANTE, L.; OLIVEIRA, J.; FERREIRA, R.; JÚNIOR, G. & BRASIL, C. História de Vida do Paciente Renal Crónico: a realidade pós-transplante. Investigação Qualitativa em Saúde, 2, 410-419.

 

Publicado: virginia | 2016-11-12 17:44 Última atualização: 2017-04-28 20:05:18 Fonte: Tags : Transplante
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Virginia Gonçalves

 

Enfermeira no Serviço de Otorrino, Oftalmologia e Urologia do Centro Hospitalar entre Douro e Vouga

Amante de uma vida saudável e do exercício físico, não descura a família, os amigos, os livros, as viagens, a música e a sua mais recente paixão: Crossfit.

 

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