Transplante

Após o transplante o doente renal foca a sua atenção no regresso a um estilo de vida normal, no entanto pode sofrer algumas complicações como rejeição, infeções e efeitos secundários da medicação. Nos cuidados de saúde um medicamento ou tratamento pode resolver um problema e causar outro, os chamados efeitos secundários. Os efeitos gastrointestinais secundários á medicação pós transplante estão relacionados com os órgãos associados ao processo de digestão.

O sistema digestivo é composto pela boca, esófago, estomago, fígado, vesicula biliar, pâncreas, intestino delgado e intestino grosso. A digestão é o processo pelo qual os alimentos são transformados de modo a poderem ser utilizados pelas células.

 

Os efeitos secundários gastrointestinais mais comuns são:

  • Diarreia;

  • Úlceras;

  • Esofagite;

  • Gastrite;

  • Pancreatite (Inflamação do pâncreas).

 

Associados aos problemas acima mencionados podem surgir:

  • Alterações nos hábitos de eliminação intestinal (obstipação ou diarreia);

  • descontrolo do esfíncter anal;

  • fezes com muco ou sangue;

  • dor abdominal ou cólicas;

  • inflamação a nível abdominal;

  • acumulação de gases;

  • febre;

  • náuseas e vómitos;

  • diminuição do apetite;

  • dificuldade em engolir;

  • perda de peso.

 

Estas complicações podem surgir em qualquer pessoa, no entanto em doente transplantados podem assumir repercussões maiores. Estas podem ser efeito da medicação imunossupressora, das combinações entre medicações, das infeções ou das alterações a nível da flora intestinal (bactérias que vivem no intestino e ajudam ao seu funcionamento).

Por exemplo, se um transplantado apresentar diarreia devido a um medicamento, os níveis de imunossupressão serão afetados. Se estes níveis diminuírem poderá ocorrer rejeição. Se aumentarem pode existir hipertensão, hiperglicemia, tremores ou infeção. A diarreia pode ainda causar desidratação. Nestes doentes estes efeitos podem levar à hospitalização.

Perante estes efeitos é importante informar a equipa de transplante que o acompanha para que se encontre a causa do problema. Uma diarreia pode ser efeito secundário de um medicamento mas também pode ser produto de uma infeção das fezes, que se não for tratada pode agravar. Através de análises ao sangue e às fezes pode fazer-se o diagnóstico correto e iniciar o tratamento. Este depende da causa dos efeitos secundários, do estado de saúde actual e dos órgãos afectados. O tratamento será mais simples quanto mais breve for descoberta a causa e o seu inicio.

 

DIARREIA

A diarreia caracteriza-se por dejeções líquidas frequentes. Normalmente é uma situação aguda causada por reação a determinados alimentos ou a uma infecção por um vírus a nível do intestino. Se durar algumas semanas é chamada diarreia persistente e mais de um mês – diarreia crónica.

A diarreia por si só não é uma doença, mas sim um sintoma de alguma alteração a nível do sistema digestivo. Esta pode surgir devido a: infeções (devido a bactérias ou a vírus que se transmitem pela comida ou água, ou devido a alteração da flora do intestino); intoxicação alimentar; medicamentos (antibióticos ou laxantes em excesso); alergia a alimentos; doenças do sistema digestivo (Doença de Crohn, Colite ulcerosa, Síndrome do colon irritável, Doença celíaca,…).

Existem alguns fatores de risco que aumentam a possibilidade de ter diarreia como a idade (crianças ou idosos), os medicamentos, internamentos ou cirurgias recentes, local de trabalho (hospitais, escolas…), animais de estimação, doenças gastrointestinais.

 

Nos doentes transplantados a diarreia é a complicação mais comum. Além dos fatores de risco acima mencionados temos:

  • Medicação imunossupressora (CellceptR, ciclosporina, sirolimus) que além de diarreia pode provocar indisposição, dor abdominal, cólicas, náuseas e vómitos. A probabilidade de ter diarreia depende da dose, do tipo e da combinação entre eles. A diarreia pode alterar os níveis sanguíneos dos imunossupressores e aumentar os riscos de complicações com o rim transplantado.

  • No nosso corpo existem normalmente bactérias, principalmente no intestino - flora intestinal, que nos protegem de infeções, no entanto a medicação imunossupressora e os antibióticos podem alterar a sua quantidade e causar diarreia.
  • A medicação imunossupressora, como o próprio nome indica, faz com que o sistema imunitário esteja diminuído, o que aumenta o risco de infeção. Se surgirem infeções a nível gastrointestinal um dos sintomas mais comuns é a diarreia. A diarreia pode causar desidratação entre outras complicações e alterar o estado do órgão transplantado.

Junto com a diarreia podem surgir cólicas abdominais, urgência em defecar e incapacidade de controlar os esfíncteres, dejeções frequentes que podem conter sangue, inflamação ou gases a nível abdominal, febre e calafrios, náuseas e desidratação.

A desidratação ocorre quando devido ao excesso de perda de líquidos pelas fezes (diarreia) o corpo deixa de ter líquidos suficientes para manter o seu equilíbrio. A perda de líquidos não significa apenas a perda de água mas também a perda de electrólitos (sódio, potássio, magnésio, cloro, cálcio) fundamentais para o desempenho das funções do nosso organismo. Os sinais de desidratação incluem boca e garganta seca, sede, cansaço, náuseas, tonturas, diminuição da quantidade de urina, pele seca, dores de cabeça, irritabilidade e em casos mais graves confusão, perdas de consciência, taquicardia e hipotensão. Se estes sintomas persistirem mais de três dias é importante informar a equipa de transplante. Além destes sintomas pode surgir ainda febre, dores de estômago intensas, fezes com sangue, negras ou com muco, neste caso deve ir de imediato ao hospital.

Perante um episódio de diarreia é muito importante ingerir, pelo menos, 1,5l de líquidos por dia (caldos sem gordura, sopas claras, chá, sumos de fruta sem polpa) de modo a restituir o equilíbrio hidroelectrolítico do organismo. A alimentação diária deve incluir arroz, bananas, puré de maçã, pão, … e evitar leite e derivados, alimentos ricos em gordura, fritos e alimentos ricos em fibra e açúcar. Com estes cuidados a diarreia cessará e não será preciso medicação. No entanto se ao fim de três dias se manter será necessário ir ao médico para determinar a causa da diarreia. É importante não tomar nenhuma medicação de venda livre, ir de imediato ao médico se a situação persistir e não alterar as doses de medicação habitual.

No caso de diarreia crónica relacionada com doenças do trato digestivo a pessoa está sujeita a medicação para controlo das fezes, antibióticos e alterações na dieta. Frequentemente leva a desidratação, desnutrição e perda de peso.

Nos transplantados renais os cuidados serão redobrados. Caso exista diarreia por mais de 24h deverá informar o médico de modo a que este possa encontrar a causa e combate-la de modo a minimizar os riscos para o rim transplantado.

Poderá ser necessário:

  • Alterar a medicação imunossupressora ou as doses;

  • efectuar controlo analítico mais frequente (níveis de imunossupressão, electrólitos e função renal);

  • efectuar análise as fezes, - despistar infeções ou sinais de rejeição.

 

Como pode prevenir a diarreia?

  • Uma boa lavagem das mãos é fundamental (antes e depois de ir á casa de banho, antes de preparar os alimentos, depois de tocar em animais, depois de assoar-se, depois de levar o lixo, depois de mexer no jardim e sempre que as mãos estiverem visivelmente sujas);

  • evitar infecções (evitar locais com pessoas doentes e nestas circunstâncias usar máscara);

  • verificar o estado dos alimentos que consome (evitar carnes e peixes mal cozinhados, evitar leite e queijo não pasteurizado, verificar datas de validade, lavar bem as frutas e legumes, ingerir água engarrafada).

 

ÚLCERAS

As úlceras são feridas que surgem nas paredes do esófago (úlceras esofágicas), estômago (úlceras gástricas) e intestino (úlceras intestinais).

 

Podem ser originadas por:

  • Infecção bacteriana (Helicobacter pylori – debilita a cubertura protetora do estomago e duodeno, e assim o ácido gástrico irrita o revestimento destas zonas e forma uma úlcera);

  • medicamentos (efeito secundário de anti - inflamatórios, aspirina, medicamentos para a artrite, prednisolona);

  • hábitos de vida (fumar, ingerir bebidas alcoólicas), - História familiar de ulceras;

  • idade superior a 50 anos;

  • fnfeções virusais (com o sistema imunitário debilitado pós transplante são comuns infeções por Citomegalovirus e Epstein Barr);

  • stresse.

 

Na presença de uma úlcera os sintomas podem ser: ardor ou dor na zona abdominal entre refeições ou durante a noite, azia depois de comer, dor no peito depois de comer ou deitado, sensação de enfartamento, soluços frequentes, náuseas e vómitos depois de comer, diminuição do apetite, perda de peso inesperada.

Se existe dificuldade ou dor ao engulir a úlcera será esofágica, nas úlceras gástricas a dor piora quando a pessoa come e nas úlceras intestinais a pessoa melhora quando come, mas uma hora ou duas depois piora.

Em casos mais graves pode surgir: dor severa e aguda a nível abdominal, fezes com sangue vivo ou negras, vómitos com sangue “tipo borra de café”, tonturas. Estes sintomas ocorrem quando a úlcera rebenta ou existe perfuração da parede do estomago ou do intestino. Perante isto é necessário ir de imediato para o serviço de urgência.

 

O diagnóstico inclui:

  • exame físico para verificação de sintomas e queixas;

  • análises ao sangue (verificação de presença de Helicobacter pylori e de anemia);

  • pesquisa de sangue oculto nas fezes (mostra se a úlcera está a sangrar e pode ainda detetar Helicobacter pylori);

  • estudo da terapêutica medicamentosa habitual, - exames de diagnóstico (endoscopia, colonoscopia, TAC com contraste).

 

O tratamento depende da causa, da localização e da gravidade da úlcera e inclui medicação e evitar alimentos/substâncias que irritem a úlcera. A medicação incluirá Antagonistas H-2 (previnem ou bloqueiam a produção de ácido no estomago ex: ranitidina), inibidores da bomba de protões (bloqueiam a produção de ácido ex: pantoprazole), antiácidos (neutralizam o ácido do estomago e cobrem a úlcera), antibióticos (se causa fôr infecção por Helicobacter pylori), antivirais (se origem for viral). Todos estes tratamentos devem ter o conhecimento da equipa de transplante uma vez que pode existir interação entre medicamentos, por exemplo os antiácidos devem ser tomados duas horas antes dos imunossupressores (tacrolimus, ciclosporina). Por vezes os medicamentos para tratar as úlceras causam efeitos como prurido, erupções cutâneas, nauseas, vómitos e diarreia.

Muitas vezes a prevenção das úlceras passa pela toma de Antagonistas H- 2, inibidores da bomba de protões e antiácidos logo após o transplante, mas essa prescrição depende do médico que acompanha o transplantado.

 

Na generalidade a pessoa pode tomar algumas precauções, tais como:

  • Uma correta higiene das mãos para prevenir as infeções;

  • evitar o uso excessivo de anti-inflamatórios;

  • reduzir a dose e a frequência de medicamentos que tome que aumentam o risco de úlceras (imprescindível aconselhamento médico)

  • reduza a quantidade ou deixe de beber bebidas alcoólicas;

  • deixe de fumar;

  • evite alimentos que lhe causem mal-estar ou azia.

 

ESOFAGITE

A esofagite consiste na inflamação do esófago. Esta inflamação é uma resposta do organismo a algo que o irrita, os tecidoS ficam inchados e vermelhos, dolorosos e causam sensação de ardor e dificuldade em engolir. Aumenta então o risco de lesão ou ulceração. A causa mais comum é o refluxo gastroesofágico, ou seja, o conteúdo do estomago reflui até ao esófago porque a válvula que existe entre o esófago e o estomago não fecha bem. O ácido do estomago irrita os tecidos do esófago e provoca sensação de queimadura, principalmente durante e após a refeição.

Além do referido a esofagite pode ser causada por vómitos frequentes, hérnia do hiato, cirurgias, ingestão de líquidos corrosivos ou ácidos, quimioterapia ou radioterapia, medicamentos (potássio, aspirina, anti-inflamatórios não esteróides, medicamentos para osteoporose, suplementos de ferro).

 

As pessoas com sistema imunitário deprimido estão mais susceptiveis às infecções do esófago, as mais comuns são:

  • Candidíase (provocada por um fungo que vive na boca, caracteriza-se por pontos brancos);

  • citomegalovírus (vírus que pertence á família dos herpes, provoca úlceras e torna muito difícil mastigar e engolir);

  • herpes simplex (infecção viral que pode causar inflamação e úlceras no esófago, dor intensa ao engolir, febre e dores articulares).

 

Os sintomas de uma esofagite são: dificuldade e dor ao engolir, sensação de ardor no esófago, azia, feridas na boca, náuseas e vómitos.

O seu diagnóstico é feito através de uma endoscopia e o tratamento depende da causa. Se existir refluxo gastroesofágico pode ser necessário tomar medicamentos para reduzir a acidez do estômago. No caso das infecções a medicação deve ser adequada ao microorganismo em causa. Pode ser necessário alterar a medicação imunossupressora para ajudar a combater a esofagite, mas só pode ser feito se o rim transplantado estiver saudável e por indicação do médico.

É importante ter alguns cuidados como: comer pouco e várias vezes ao dia; evitar comer duas horas antes de deitar; evitar o consumo de bebidas gasosas, álcool, café, chocolate, menta; não fumar; dormir com a cabeceira da cama elevada; evitar dobrar-se sobre o abdómen ou fazer exercícios abdominais.

 

GASTRITE

A gastrite é uma inflamação e irritação do estômago, pode ser aguda (inicio súbito) ou crónica (evolução lenta e duradoura ao longo do tempo).

A causa mais comum é uma infecção pela bactéria Helicobacter pylori, esta debilita o revestimento de muco que protege o estômago. Pode ainda ser provocada por infecções virais, medicamentos (anti-inflamatórios não esteróides e aspirina), refluxo de bílis, radiação e quimioterapia, doenças auto-imunes, stresse. O consumo excessivo de álcool, a nicotina e as comidas condimentadas podem agudizar a situação.

Um doente transplantado tem maior risco de desenvolver uma gastrite porque o seu sistema imunitário está debilitado, logo o risco de infecção é maior e algumas infecções podem provocar uma gastrite. Além disso a medicação, nomeadamente a prednisolona, pode causar irritação da mucosa do estomago.

 

Numa gastrite os sintomas são idênticos aos das úlceras, destacando-se:

  • Enfartamento; - dor e ardor a nível do estomago (que pode melhorar quando a pessoa come);

  • náuseas e vómitos;

  • perda de apetite;

  • soluços, arrotos ou gases;

  • mal sabor na boca;

  • indigestão;

  • fezes duras ou diarreia;

  • perda de peso;

  • vómitos com sangue ou tipo “borra de café”;

  • fezes negras.

 

Perante estes sintomas deve ir ao médico, que através de análises ao sangue, ás fezes e após a realização de uma endoscopia fará o diagnóstico. O tratamento da gastrite passa, não só pela toma de antiácidos e antibióticos, mas também por alterações a nível do estilo de vida como deixar de fumar e de beber bebidas alcoólicas, fazer uma dieta rica em fibras e evitar frutas ácidas e sumos de fruta, chocolate, café e comidas condimentadas. Se não for tratada a gastrite pode levar a perdas de sangue importantes.

 

PANCREATITE

A pancreatite é uma inflamação do pâncreas. A sua função é produzir insulina (hormona que regula os níveis de açúcar do sangue) e enzimas que ajudam na digestão (amílase, lípase tripsina). As enzimas digestivas são segregadas no pâncreas e são activadas quando chegam ao intestino delgado para facilitarem a digestão. A inflamação do pâncreas ocorre quando as enzimas são activadas ainda dentro dele mesmo não chegando ao intestino para cumprirem a sua função.

A pancreatite aguda quando ocorre subitamente e dura poucos dias, a inflamação e edema do pâncreas pode ser causada por cálculos biliares, ingestão excessiva de álcool, medicamentos, cirurgia abdominal e infecções. Em alguns casos pode ser de tal maneira severa que põe a vida em risco. Os sintomas mais comuns são: dor moderada a severa na parte superior do abdómen, náuseas, vómitos, febre e taquicardia. Se não for tratada os sintomas podem tornar-se mais graves (desidratação, insuficiência renal, problemas respiratórios, shock, trauma, hemorragia interna, hipocalcémia e hipoglicémia).

A pancreatite crónica causa uma inflamação severa do pâncreas que origina cicatrizes no tecido pancreático, estas cicatrizes afectam a secreção de hormonas e enzimas o que leva a problemas na digestão e absorção dos alimentos e diabetes, uma vez que não são suficientes. Os sintomas incluem: dor abdominal constante ou intermitente, fezes gordurosas, perda de peso e diabetes.

 

Os factores de risco que ocasionam uma pancreatite são:

  • Consumo excessivo de álcool a longo prazo;

  • cálculos biliares;

  • doenças hereditárias como fibrose quística;

  • triglicerídeos altos,

  • hipercalcémia;

  • medicamentos (prednisolona, anti-inflamatórios não esteróides, antibióticos);

  • cirurgias abdominais;

  • problemas na anatomia do pâncreas ou nas vias biliares;

  • traumatismo abdominal - infecções virais (papeira, hepatite, vírus Epstein Barr);

  • infecções bacterianas.

Nos transplantados o risco é igual, não esquecendo que o facto do sistema imunitário estar deprimido aumenta o risco de infecção. Medicamentos como a prednisolona ou a ciclosporina já foram associados à pancreatite. A própria cirurgia de transplante pode originar uma pancreatite.

Perante estes sintomas é importante ir de imediato ao médico, e através de análises (valores da amílase, lípase e glicose elevados) e exames de diagnóstico (TAC e Ressonância) será possível fazer o diagnóstico.

O tratamento depende se é aguda ou crónica, da causa e das complicações que dela advêm. Normalmente é necessário internamento com restrição de alimentação oral, medicação endovenosa para a dor e para a infecção e em casos mais graves implica cirurgia.

Em suma, as complicações gastrointestinais ocorrem maioritariamente após o transplante devido aos medicamentos imunossupressores, ao stresse e ao trauma associado á cirurgia.

 

De modo a minimizar e controlar esses efeitos o transplantado deve:

  • Contactar a equipa de transplante se surgir dor abdominal, diarreia ou febre;

  • esclarecer com o médico os efeitos secundários gastrointestinais associados aos medicamentos que toma;

  • tomar a medicação (dose e horário) conforme prescrição;

  • não alterar nenhum medicamento (dose e horário) sem indicação médica;

  • manter um peso estável e saudável;

  • manter uma dieta equilibrada e fraccionada;

  • praticar actividade física regular;

  • aprender a lidar com o stresse associado ao transplante e ás actividades de vida diárias.

 

Na maioria dos casos o transplantado renal consegue resolver as complicações gastrointestinais com acompanhamento e tratamento médico e alterando o estilo de vida de modo a solucionar e prevenir as mesmas.

Referências Bibliográficas:

[1]. Controlling GI Side Effects After Transplant: What Every Patient Should Know, International Transplant Nurses Society, http://www.itns.org

Publicado: Rita | 2017-07-24 18:46 Última atualização: 2017-07-26 00:00:52 Fonte: International Transplant Nurses Society Tags : Transplante
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Rita Santos

 

 

Enfermeira no Serviço de Nefrologia / Diálise Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra – Polo HG

Um novo rim pode não ser algo definitivo mas, enquanto prevalecer, deve ser estimado, conservado. Prevenir é e sempre será o maior cuidado de todos.  Desta forma, deve-se agir sempre com cautela e rigor para que o retrocesso para um programa de diálise esteja fora do horizonte.

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