Transplante

O insuficiente renal crónico em diálise (peritoneal ou hemodiálise) enfrenta restrições nas atividades quotidianas e de lazer devido á dependência dos tratamentos e aos horários dos mesmos. Após o transplante recupera a autonomia, o poder de decisão em relação às suas atividades, alimentação/hidratação o que lhe transmite uma sensação de satisfação e se reflete na sua qualidade de vida (Fontoura, 2012). O seu objetivo passa a ser a manutenção do bom funcionamento do rim transplantado.

De acordo com o mesmo autor, a qualidade de vida para os transplantados renais significa ter boas relações interpessoais – família/amigos, condições financeiras/trabalho, boa saúde e liberdade, e a reconquista da autonomia nas atividades quotidiana. O transplante possibilita uma vida nova, um recomeço com outra significação.

Porém, após o transplante a toma de medicação imunossupressora faz com que o sistema imunitário esteja deprimido o que aumenta o risco de complicações. A medicação que previne a rejeição do novo órgão aumenta o risco de infeção, principalmente nos primeiros 6 meses e sempre que os níveis de imunossupressão são aumentados. Outro problema associado á toma de medicação são os seus efeitos secundários, por exemplo os corticoides aumentam os níveis de açúcar no sangue o que pode originar uma diabetes.

Aquando da alta o médico e o enfermeiro alertarão para os possíveis sinais de alerta:

  • Febre;

  • tensão arterial elevada;

  • alterações na urina (aumento ou diminuição acentuada da quantidade, alteração da cor, ardor ou dor ao urinar);

  • alterações nas fezes (alterações na consistência ou na cor)

  • edemas; aumento de peso superior a 1Kg de um dia para o outro;

  • dor súbita;

  • tosse com expetoração amarela ou verde;

  • falta de apetite;

  • “falta de ar”;

  • dor ou pressão no peito; náuseas e vómitos;

  • incapacidade de tomar a medicação ou cuidar de si próprio;

  • tonturas;

  • sentir-se debilitado e cansado.

 

Existem alguns cuidados básicos, extensíveis a toda a população, que podem ajudar a prevenir complicações, como: lavagem das mãos (frequente e de forma correta), evitar contato com pessoas doentes (caso não seja possível usar máscara), evitar locais com muitas pessoas, com pó, húmidos ou com fumo.
O acompanhamento pós transplante é fundamental para a manutenção do novo rim, as consultas regulares (semanais, quinzenais, mensais consoante o tempo de transplante), as análises ao sangue, o controle dos valores tensionais, exames de diagnóstico (se necessário) são fundamentais. Á medida que recupera, a pessoa vai aprendendo a cuidar de si. Sempre que detetar alguma alteração deve contatar o médico que o acompanha, pois, a deteção precoce facilita o tratamento e o restabelecimento da saúde.

 

 

O QUE VIGIAR?

 

SAÚDE DENTÁRIA

A manutenção dos dentes e gengivas sãs é fundamental, uma vez que após o transplante podem surgir problemas associados a efeitos secundários da medicação, infeções devido á supressão imunológica e ás bactérias que fazem parte da flora da boca.
São recomendadas idas ao dentista de 6/6 meses. Vigie a sua boca frequentemente e se tiver dentes partidos, dor de dentes, feridas ou inflamação na boca, gengivas inchadas e inflamadas com sangramento fácil procure ajuda. Se possível lave os dentes depois das refeições e antes de deitar. Quando for ao dentista informe-se da necessidade de tomar antibiótico e qual o mais adequado.

 

 

SAÚDE OCULAR

Exames oftalmológicos permitirão detetar e atuar precocemente perante problemas de visão. Mais uma vez existe risco de problemas oftalmológicos devido á imunossupressão, deve discutir com o seu médico o risco existente e a necessidade/periocidade da vigilância (recomendada 1 vez por ano). Os problemas mais comuns são:

  • cataratas (associadas ao envelhecimento do olho, podem também ser causadas por diabetes, toma de esteroides, fumar e exposições prolongadas ao sol);

  • glaucoma (resultado de uma lesão no nervo ótico devido ao aumento da pressão intraocular);

  • retinopatia diabética (lesão dos vasos da retina devido aos níveis de açúcar do sangue elevados).

 

Deve ir ao médico se tiver: dor no olho, alterações na visão (visão turva, visão a dobrar, visão de cores distorcidas, visão com manchas), flashes de luz, sensibilidade á luz, visão dos bordos dos objetos distorcidos, secura nos olhos (com vermelhidão, comichão e ardor).

 

 

ANÁLISES DE ROTINA

O controle analítico é importante não só no ajuste da medicação mas também na adoção de hábitos de vida que mantenham a pessoa saudável pós transplante. Este será mais frequente no inicio e com o passar do tempo a sua frequência será diminuída, somente em casos de doença ou complicações a vigilância voltará a ser mais rigorosa.

As mais frequentes são:

  • Doseamento de imunossupressores (ciclosporina, tacrolimus…) - se os níveis estão baixos pode estar perante um processo de rejeição, se os níveis estiverem altos o risco de infecção é muito grande uma vez que o sistema imunitário está demasiado deprimido. Os níveis de imunossupressores podem ainda variar devido á interação de outros medicamentos ou devido á ingestão abundante de citrinos. As análises ao sangue devem ser feitas preferencialmente 2h antes da toma;

  • Função renal e eletrólitos (creatinina, magnésio, sódio, fósforo, potássio…) - valores elevados indicam má função renal e podem ser sinal de rejeição;

  • Função hepática – O colesterol é uma substância produzida pelo fígado que ajuda na produção de novas células, no revestimento dos nervos e na produção de vitamina D. O colesterol mau (LDL) em excesso acumula-se nos vasos sanguíneos a causa problemas de coração, o colesterol bom (HDL) ajuda a combater o mau. A alimentação, o peso, o exercício e a idade podem condicionar os seus valores, no entanto os doentes transplantados possuem risco acrescido devido a alguns medicamentos imunossupressores que fazem aumentar os níveis.

  • Hemograma (permite identificar uma infecção, os efeitos da medicação imunossupressora, presença de anemia, entre outros);

  • Infecção (análises a contaminação por vírus ex. citomegalovirus);

  • Diabetes – a avaliação dos níveis de açúcar no sangue permitirá perceber se o organismo está a produzir e utilizar a insulina de forma correta. Os fatores de risco incluem história familiar, obesidade, vida sedentária, colesterol e triglicerídeos elevados e medicamentos imunossupressores. Os doentes transplantados têm risco acrescido de desenvolver a doença devido á medicação imunossupressora. Em algumas situações pode ser necessário administrar insulina ou antidiabéticos orais. Perante esta situação pode ser necessário mudar a medicação imunossupressora, mas também é importante reduzir o peso, mudar os hábitos alimentar e praticar exercício físico. Só assim será possível controlar os níveis de glicémia.

 

 

EXAMES GINECOLÓGICOS

Tal como para a população em geral, as mulheres transplantadas maiores de 18 anos sexualmente ativas devem efetuar exame ginecológico anual e autoexame da mama mensal. A partir dos 40 anos é recomendada mamografia anual.

Nos homens o cancro da próstata é o mais comum. Esta glândula do tamanho de uma noz faz parte do sistema reprodutor masculino. Os fatores de risco de desenvolver este cancro são a idade e história familiar. A análise de sangue que permite identificá-lo é a PSA e é necessário fazer o toque rectal para verificar a forma e volume da glândula.

 

 

CANCRO COLO-RECTAL

Recomenda-se que a partir dos 50 anos homens e mulheres devem fazer vigilância para despiste do cancro colo-rectal pois quando detetado precocemente pode ser tratado facilmente.

A pessoa deve estar alerta para alterações nas fezes como presença de sangue, aumento ou diminuição da quantidade, coloração diferente, alterações na consistência ou textura (diarreia ou obstipação).

Os exames mais comuns são:

  • Pesquisa de sangue oculto nas fezes;

  • Colonoscopia (além de permitir a observação do intestino pode também servir para realização de uma biopsia ou para retirar pólipos);

  • Clister opaco ou enema de bário.

 

 

CANCRO DA PELE

O risco de desenvolver este cancro aumenta cerca de 65% após o transplante devido á medicação imunossupressora. Naturalmente que a idade, a pele clara, o cabelo ruivo, as sardas, os olhos azuis, verdes ou castanhos, hábitos de exposição excessiva ao sol e história familiar de cancro da pele também constituem fatores de risco. Deve efetuar vigilância a sinais novos, alterações da cor da pele e feridas sangrantes. Para prevenir deve utilizar protetor solar fator 30 ou superior e evitar exposições ao sol nos horários de maior calor.

 

 

OSTEOPOROSE

É uma doença que leva á fragilidade óssea aumentando o risco de fraturas. Pode desenvolver-se de forma silenciosa, sem dor, manifestando se aquando de uma fratura.

Os fatores de risco associados são: idade (quanto mais idade maior o risco), género (maior risco em mulheres devido á menopausa e á menor quantidade de tecido ósseo), história familiar, estrutura óssea e peso (peso inferior a 58Kg implica maior risco), menopausa (perda de 20% da massa óssea nos primeiros 5-7 anos pós menopausa), estilo de vida (fumar, ingestão exagerada de bebidas alcoólicas, baixa ingestão de cálcio, não praticar exercício físico), medicamentos (por exemplo os esteroides aumentam o risco), doenças crónicas (a doença renal crónica aumenta o risco de osteoporose).

O doente transplantado possuí risco aumentado de desenvolver osteoporose principalmente nos primeiros 6-12 meses pós transplante devido aos níveis de imunossupressão mais elevados, associados á toma de prednisolona, ciclosporina, tacrolimus.

Então, como prevenir?

  • Adotar uma dieta equilibrada rica em cálcio e vitamina D (a equipa de transplante que o acompanha pode aconselhar os alimentos e quantidades que pode ingerir);

  • Praticar exercício físico diariamente;

  • Não fume e evite as bebidas alcoólicas;

  • Informe-se junto do seu médico quando deve fazer uma Densitometria óssea, ou outros exames.

 

Não existe cura, mas já existem medicamentos que ajudam a combater esta doença. O médico que o acompanha poderá alterar a medicação ou as doses que toma, mas nunca deve deixar de tomar por sua iniciativa.

 

 

HIPERTENSÃO ARTERIAL

A pressão sanguínea é a pressão que o sangue exerce sobre a parede das artérias. A pressão sistólica ocorre quando o músculo cardíaco se contrai atingindo assim o valor mais elevado de pressão. Quando o músculo cardíaco relaxa atingimos o valor de pressão mais baixo, pressão diastólica. O valor normal de tensão arterial é 120/80 mmHg (vulgarmente dito 12/8), acima de 140/90 mmHg já é considerada hipertensão. Muitas vezes a hipertensão ocorre sem sintomatologia, provocando danos a nível das artérias, coração e rins, sendo fundamental a deteção precoce.

O risco de hipertensão é maior em homens acima dos 45 anos, mulheres acima dos 55 anos, associada ao excesso de peso, associada a diabetes ou a história familiar. Existem ainda hábitos de vida que podem aumentar o risco de hipertensão como sedentarismo, dieta rica em sal e pobre em potássio, stresse, fumar, ingestão de álcool em excesso, medicamentos (como descongestionantes, anti-histamínicos).

Depois do transplante pode desenvolver hipertensão devido à medicação, ao funcionamento do rim transplantado e ao estilo de vida. É fundamental manter uma alimentação saudável, manter peso adequado, praticar exercício fisico, não fumar e controlar o consumo de álcool. Quando não é suficiente pode ser necessário tomar medicamentos anti hipertensores e efetuar um controle diário da tensão arterial.

 

 

VACINAÇÃO

A vacinação é o meio mais eficaz para proteção de determinadas doenças, beneficiando não só a pessoa, mas também a comunidade pois evita a transmissão das doenças.

Um doente transplantado, normalmente adulto, já recebeu todas as vacinas preconizadas no Plano Nacional de Saúde, no entanto se ainda é necessário ser vacinado deve ter em atenção que não poderá receber nenhuma vacina “viva” (vírus vivo inativado), pois uma vez que está imunodeprimido o vírus pode provocar complicações. Exemplos: Vacina contra a Hepatite B, Vacina contra a Poliomielite, Vacina conjugada de 13 valências contra infeções por Streptococcus pneumoniae, Vacina contra o Sarampo, Vacina contra a doença invasiva por Neisseria meningitidis do serotipo C – MenC, entre outras.

A vacina contra a gripe é uma vacina inativada (morta), sendo normalmente aconselhada aos transplantados pois possuem elevado risco de contrair a infeção pelo vírus devido á imunossupressão. De qualquer modo deve aconselhar-se com a equipa de transplante. Esta deve ser administrada entre Outubro – Novembro e demora cerca de 2 semanas a iniciar o seu efeito. Se apresentar sintomas de gripe não deve ser administrada a vacina.

 

 

NUTRIÇÃO

Após o transplante as restrições existentes enquanto insuficientes renais crónicas deixam de existir, sendo importante manter uma dieta saudável que inclua alimentos variados e exclua gorduras, sal e açúcar em excesso. Pontualmente podem surgir recomendações como evitar a ingestão de laranjas ou sumos de laranja com os imunossupressores como o Tacrolimus.

 

 

EXERCICIO FÍSICO

O exercício físico é fundamental para a manutenção da saúde em geral, ajuda a manter ou diminuir o peso, ajuda a controlar o stresse e pode ajudar a prevenir a osteoporose. Exercícios simples como caminhar, nadar ou andar de bicicleta podem ser benéficos, no entanto deve aconselhar-se com o médico sobre o tipo e frequência do exercício a praticar.

 

 

ATIVIDADE SEXUAL

A atividade sexual é parte importante da vida do adulto, muitas vezes existe antes do transplante diminuição do desejo sexual ou dificuldades no ato (impotência). Normalmente depois do transplante estas situações resolvem-se, sendo aconselhado o regresso á atividade sexual 6-8 semanas após o transplante.

A atividade sexual segura é fundamental para todas as pessoas principalmente para os transplantados, pois uma vez que estão imunodeprimidos o risco de contrair Doenças Sexualmente Transmissíveis é muito elevado. É recomendado um só parceiro sexual, a higiene dos genitais antes e depois do ato, uso de preservativo e evitar sexo anal.

 

 

GRAVIDEZ

Após o transplante é importante utilizar um método contracetivo que previna a gravidez e as Doenças Sexualmente Transmissíveis, no entanto devido aos riscos que correm devido á imunossupressão, a escolha do método deve incluir aconselhamento médico.

Por exemplo, a pilula aumenta o risco de coágulos, pode aumentar a tensão arterial, trazer problemas gastrointestinais e depressão. A conjugação da Ciclosporina com a pílula pode aumentar os níveis do imunossupressor no sangue.

Se o transplantado pretende ser pai ou mãe deve aconselhar-se com a equipa de transplante, pois no caso das mulheres é aconselhado esperar cerca de dois anos pós-transplante de modo a assegura a estabilidade do rim transplantado.

Se é mulher e foi transplantada, para que tenha uma gravidez segura deve ter:

  • Funcionamento estável do rim transplantado,

  • Nível de imunossupressão estável;

  • Tensão arterial normal ou alta controlada;

  • Níveis de glicose normais ou diabetes controlada;

  • Boa saúde em geral.

 

A gravidez pós transplante tem problemas e riscos pelo que deve ser planeada e acompanhada multidisciplinarmente de modo a ter um final feliz.

 

 

ESTADO EMOCIONAL

De acordo com Fontoura 2012, as perceções quanto á restauração da saúde após o transplante repercutem-se na melhoria da autoestima e na capacidade de a pessoa se ver e sentir independente.

No entanto, o processo de transplante é difícil, enquanto algumas pessoas desenvolvem alterações emocionais e de stresse no período antes do transplante, outras sofrem devido ás alterações e cuidados a ter pós transplante.

Quando a pessoa se sente triste, depressiva, enjoada, ansiosa, chora facilmente, não dorme ou dorme demasiado, tem alterações de humor e de apetite significa que algo não está bem e precisa de ajuda. Pode estar deprimido, mas também podem ser efeitos secundários da medicação. Fale com o seu médico quando for á consulta de transplante.

No entanto pode desenvolver estratégias que o ajudem tais como:

  • Praticar exercício físico com regularidade;

  • Estar com os amigos;

  • Praticar uma dieta saudável;

  • Estabelecer rotinas para dormir;

  • Fazer atividades que lhe permitam relaxar (exemplo: ouvir musica, praticar yoga/meditação, desenvolver atividades que goste como pintura...)

  • Reconhecer o que sente e pedir ajuda se necessário;

  • Falar com familiares ou amigos para que o possam apoiar;

  • Falar com outros transplantados e entender se apresentam sintomas idênticos e como resolveram a situação.

 

De acordo com Fontoura 2012, as oportunidades reconquistadas pelo doente renal após o transplante dão-lhe segurança para planear o futuro, fazer projetos de vida e escolhas, recuperar a autonomia perdida com a doença.

Manter um estilo de vida saudável pós transplante pode implicar alterar hábitos antigos. Questione a equipa de transplante e procure conselhos sobre como viver mais saudavelmente e preservar o rim transplantado.

Um estilo de vida saudável inclui:

  • Tomar a medicação conforme prescrição médica;

  • Fazer análises e exames recomendados pelo médico na consulta de transplante;

  • Fazer consultas de rotina no dentista, oftalmologista, ginecologista ou outros (consoante sinais ou sintomas);

  • Praticar exercício físico regular;

  • Ingerir uma dieta equilibrada;

  • Dormir o suficiente;

  • Proteger-se do sol;

  • Manter uma tensão arterial adequada;

  • Vigiar os níveis de açúcar do sangue e os níveis de colesterol;

  • Não fumar e evitar a ingestão excessiva de álcool;

  • Evitar comportamentos de risco (sexuais, drogas);

  • Ir regularmente ás consultas de transplante.

Referências Bibliográficas:

[1]. FONTOURA, F.A.P. – A compreensão de pacientes submetidos ao transplante renal: significados, vivências e qualidade de vida, 2012

[2]. “Vacinação.” SNS, www.sns.gov.pt/sns-saude-mais/vacinacao/ - 24 Aug. 2017.

[3]. “Vacinação.” DGS, https://www.dgs.pt/ficheiros-de-upload-3/pnv-vacinas-do-pnv-pdf - 24 Aug. 2017.

[4]. Maintaining a Healthy Lifestyle After Transplantation, International Transplant Nurses Society, http://www.itns.org

Publicado: Rita | 2017-08-24 18:00 Última atualização: 2017-09-11 14:52:11 Fonte: Tags : Transplante
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Rita Santos

 

 

 Enfermeira no Serviço de Nefrologia / Diálise Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra – Polo HG

 Um novo rim pode não ser algo definitivo mas, enquanto prevalecer, deve ser estimado, conservado. Prevenir é e sempre será o maior cuidado de todos.  Desta forma, deve-se agir  sempre com cautela e rigor para que o retrocesso para um programa de diálise esteja fora do horizonte.

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